quinta-feira, 20 de abril de 2017

Diabetes em gatos: causas e características



A diabetes mellitus é um problema muito complicado e bastante comum em gatos mais velhos. Estima-se que ocorra em, aproximadamente, 1 em cada 400 gatos. A diabete é, às vezes, referida como “doença do açúcar” por causa da alteração do nível de açúcar no sangue de animais com a doença.

Como ocorre a diabetes mellitus?

No pâncreas, certas células chamadas de “células-beta” produzem insulina. A quantidade de insulina produzida é determinada pelo nível de glicose (açúcar) no sangue. Uma pequena área do cérebro denominada hipotálamo é responsável pelo regulamento da glicose e do apetite. A insulina é necessária para a glicose entrar nas células do corpo, incluindo as células do hipotálamo. Normalmente, quando o nível de glicose está elevado (como após uma refeição), a insulina é liberada, o que permite que mais glicose penetre nas células do hipotálamo, elas, por sua vez, respondem pela diminuição da sensação de fome. Como o nível de glicose do sangue diminui e as células do hipotálamo tem menos açúcar disponível, o hipotálamo sinaliza o corpo para sentir fome novamente.

Diabetes mellitus resulta de uma quantidade insuficiente de insulina a ser liberada pelo pâncreas, ou da liberação anormal de insulina em conjunto com uma resposta inadequada das células do corpo à ação da insulina. Em ambos os casos, a glicose no sangue não pode penetrar nas células do corpo. Na diabetes, embora o nível de glicose no sangue possa ser alto, as células do hipotálamo não recebem nenhuma glicose. As células do hipotálamo, então, continuam a enviar sinais ao corpo que está com fome. Portanto, o gato come mais, mas, mais uma vez, a glicose não consegue penetrar nas células e se acumula na corrente sanguínea, às vezes a um nível perigoso. Embora o gato possa comer mais e mais, a glicose não pode ser usada pelo corpo e o gato pode perder peso.

Danos às células beta podem ocorrer como resultado de uma substância proteica chamada amiloide, depositada em e ao redor das células. O amiloide em torno das células pode bloqueá-las de um bom suprimento de sangue, e a amiloide nas células pode prejudicar sua função e até mesmo causar a morte das células. Continuar as pesquisas sobre o papel que a amiloide desempenha no desenvolvimento do diabetes mellitus em gatos, nos fornecerá informações importantes em relação à previsão, prevenção e tratamento do diabetes em gatos.

Quais gatos são mais propensos a desenvolverem diabetes?

A causa exata da diabetes é desconhecida, mas sabemos que é mais comum na meia idade de gatos obesos. Os machos tem quase duas vezes mais probabilidades de desenvolverem diabetes do que as fêmeas. Doença prévia no pâncreas, genética, desequilíbrios hormonais, infecções e algumas medicações também podem desencadear o problema.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Saiba como agir se o seu bichinho de estimação for envenenado


Os casos de envenamento de cães e gatos de estimação, seja por maldade, descuido ou distração, têm se tornado cada vez mais comuns e preocupado os donos, que não sabem como agir quando o animal começa a dar sinais de que não está bem.

O primeiro passo, é procurar um especialista assim que a família desconfiar da intoxicação. Afinal, quanto mais rápido o atendimento, maior é a chance do pet sobreviver com poucas sequelas. 

Em geral, os envenenamentos são causados por inseticidas e outros venenos para combater pragas, produtos de limpeza e alimentos como cebola, alho, chocolate, café, leite, uva passa e macadâmia. Muito comuns em casas e apartamentos, as plantas Comigo Ninguém Pode, Copo de Leite, Antúrio, Azaléia, Espada de São Jorge, Lírio e Violeta também podem ser tóxicas para os bichinhos.

Fique atento aos sinais

Quando não tratada a tempo, a intoxicação resulta em danos neurológicos ao animal, podendo, inclusive, levar à morte. O tratamento é aplicado de acordo com a gravidade, natureza do veneno, sintomas e gravidade do quadro, além da administração de antígenos específicos.

Por isso, é importante estar atento a alguns sinais e sintomas que os animais envenenados apresentam: perda de equilíbrio, salivação seguida ou não de vômito, diarréia, apatia (sem resposta a estímulos externos), tremores musculares que podem progredir à fraqueza muscular, sangue na urina ou nas fezes e, em quadros mais severos, convulsões.

Para facilitar a recuperação, o dono deve levar ao veterinário o rótulo do pesticida ou produto industrializado que o bichinho ingeriu. No caso de animais peçonhentos, plantas e alimentos, a família deve tentar identificar o que picou ou o que o pet ingeriu para o início do tratamento ser mais ágil e correto.

Crime ambiental

É importante lembrar que envenenar animais é um crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. Nesta lei consta que quem praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos é penalizado com detenção de três meses a um ano e multa.



Fonte: G1

terça-feira, 11 de abril de 2017

Gatos gostam mais de humanos do que de comida

O estudo afirma que os animais não são blasé, a gente é que não sabe estimulá-los


“Eu gosto de cachorro, porque gato é muito blasé”. Essa é a frase que, muito provavelmente, todo dono de gato deste planeta já ouviu. Mas agora, amantes de gato, vocês têm uma nova aliada na luta para provar que, na verdade, os gatos são bichinhos muito amáveis:  a ciência.

Um novo estudo da Universidade de Oregon está cravando: os gatos não só gostam dos humanos como, pasmem, gostam mais de humanos do que de comida. Para provar isso, os cientistas americanos resolveram pegar 50 animais, (vindos tanto de abrigos como de casas) e os isolaram de tudo. Isso significa que os felinos ficaram, por algumas horas, separados de qualquer tipo de estímulo, visual, olfativo, gustativo ou auditivo. Depois disso, os animais eram colocados em uma sala dividida em quatro quadrantes, cada um com uma coisa para chamar a atenção do animal. Em um canto havia um brinquedo do bichano, em outra um lenço com um cheiro que o bichinho gosta, em um terceiro lado havia comida, e, em outra ponta, um humano sentado. Os resultados mostraram que em 50% dos casos os animais preferiram se aproximar da pessoa, enquanto só 37% dos animais preferiram o alimento.

O estudo ainda apontou que não houve diferenças significativas entre os resultados dos gatos domésticos e os gatos de abrigo, e deu dicas das preferências dos felinos. Os animais preferiram peixe a carne; e brinquedos que se mexem sozinhos do que objetos estáticos.

A ideia é que a pesquisa ajude a entender melhor o animal, para que seja possível avançar nos métodos de adestramentos de gatos e até para criar ambientes mais amigáveis à eles. “A crença de que gatos não são muito sociáveis ou possíveis de treinar é bem comum. Mas essa falta de conexão talvez seja, em parte, pela falta de conhecimento sobre que tipo de estímulo esses animais preferem, e o que é mais impactante, quando se pensa em motivá-los”, afirmam os pesquisadores na conclusão do estudo.

A lição que fica é que não dá pra saber se o gato de Schrödinger estava vivo ou morto, mas dá pra chutar que muito provavelmente ele estava afim de um carinho.



sexta-feira, 7 de abril de 2017

Frutas permitidas e proibidas para cães

Descubra quais frutas podem ou não ser oferecidas ao seu cachorro


Ao contrário do que muitos tutores pensam, os cães domésticos podem comer frutas. Os cães são carnívoros por natureza, porém podem usufruir de uma boa fruta fresca. Como os cachorros, em certas ocasiões, não possuem uma seletividade tão aprofundada, podem ingerir sementes ou cascas (de algumas frutas), fazendo com que, em alguns casos, aconteça uma indigestão, consequentemente afetando sua saúde e o seu bem estar. É importante ressaltar, que não é indicado que os cães se alimentem somente de frutas, pois pode não suprir as exigências nutricionais do animal.

Não é todo tipo de fruta que seu animal pode consumir. Existem frutas que não são indicadas para os cães. Assim como nós, os animais podem apresentar alergias a certas frutas, mesmo tendo sido indicado o seu fornecimento. As frutas devem ser escolhidas conforme o estado de saúde de que seu animal goza no momento, pois existem algumas alterações no organismo, que o uso indiscriminado de algum tipo de nutriente pode agravar, piorando o quadro clínico. É importante que o médico veterinário seja consultado para uma dieta correta, de acordo com a saúde do animal.

A administração de frutas para a dieta de um animal é um assunto polêmico. É sempre indicado que os tutores levem seu cão para uma consulta com o médico veterinário de sua confiança. Não se deve administrar alimentos alternativos sem a consulta de um profissional. Um alimento tanto pode ser ótimo para o equilíbrio do organismo, quanto extremamente tóxico e maléfico para o animal. Não alimente o animal somente com frutas. É indicado que seja feito como complemento nutricional. Assim como alertado acima, existem animais que possuem problemas em sua saúde e não podem ingerir certos tipos de frutas. É importante que os cães passem por exames rotineiros numa clínica especializada. Uma dieta correta, aumenta significantemente a vida útil do animal. Consulte sempre um médico veterinário.

As frutas a seguir, são as principais que podem ser oferecidas para o animal, lembrando sempre que um médico veterinário deverá ser consultado antes.

– Banana: A banana deve ser servida sempre sem a sua casca e nunca em grandes quantidades. A banana é rica em potássio, vitaminas A e C e fibras. Excelente para uma boa manutenção do sistema imunológico.

– Caju: Rica em vitamina C e ferro, o caju é sempre bem vindo à alimentação do animal. É uma fruta que auxilia o sistema imunológico do animal. Alguns animais não aceitam bem o caju pelo seu gosto “travoso”, porém existem cães que adoram. Não deve ser entregue com a castanha.

– Caqui: O Caqui é uma fonte de vitamina C e E, sendo uma das mais ofertadas, por ter uma boa palatabilidade (por ser bastante doce). Além das suas vitaminas, ele tem fortes nutrientes, como: Carboidrato, fósforo, potássio, cálcio e fibras. Deve-se administrar em pouca quantidade.

– Maçã: Essa fruta é de alto valor nutritivo, porém não deve ser oferecido o seu talo, pois este libera ácido cianídrico. Ela é rica em vitaminas B, C e E, sendo uma boa escolha para complementar a nutrição diária do seu cão.

– Pêra: Ela é uma fruta bastante adocicada e de boa palatabilidade. Ela é rica em vitamina A e C, além de ser uma fonte bastante rica em complexo B. Não é indicado fornecer ao animal a fruta com o talo interno com as sementes.

– Manga: A manga não deve ser oferecida com casca e nem caroço, pois pode ocorrer um engasgamento. Ela é rica em fibras alimentares e vitamina C. É muito importante, quando há um desequilíbrio nutritivo, ofertar ao animal a manga.

– Kiwi: É uma fruta que contém vitamina C, sendo bastante indicada para ofertar ao cão. Além da vitamina C, ela é rica em fibras e magnésio. Alguns estudiosos afirmam que pode prevenir o câncer. Retirar a casca ao entregar ao cão.

– Goiaba: A goiaba é rica em vitaminas A, B e C. Ela pode ser fornecida com casca, pois ajuda no bom funcionamento do intestino. Além dessas vitaminas, ela também contém nutrientes muito importantes, como: ferro e fósforo. Ajuda a combater a diarréia e é fonte de carboidratos.

– Morango: É uma fonte de vitamina C, A e complexo B. O morango é uma das frutas mais eleitas pelos os cães. É sempre bom oferecer morango orgânico. O morango tem poucas calorias e melhora a função cerebral, afirmam especialistas. Pode ser administrado com a casca, porém em quantidade controlada.


As frutas que serão mostradas a seguir, não são indicadas para os cães consumirem.

– Laranja: Essa fruta pode ter um valor muito nutritivo para o cão, porém se ele tiver gastrite, pode fazer muito mal pela sua acidez. Ela não pode ser fornecida com casca, pois pode “queimar” a boca do animal. Muitos médicos veterinários não indicam o consumo da laranja, pois muitos tutores não sabem se o animal tem ou não gastrite, podendo levar a piora do quadro. Ela é rica em vitamina C.

- Abacaxi: O abacaxi é rico em vitamina C e B6, além de tiamina, ferro e magnésio. Não é muito indicada pela sua acidez, porém existem tutores que ofertam. Ela não pode ser ofertada com a casca, pois poderá “atacar” o sistema gastrintestinal do animal.

- Uva: A uva é rica em vitamina C e complexo B. Ela não é indicada para ser ofertada para os cães. Há relatos de que cães consumiram uvas e chegaram a óbito. Estudiosos afirmam, que a uva causa lesões renais graves nos cães.

- Abacate: O abacate é rico em vitamina A, B1, B2, E e K. Não é uma fruta indicada por muitos médicos veterinários, pois ela possui uma substância tóxica para os cães, chamada Persina. O abacate também pode causar problemas no sistema gastrintestinal do cão.

- Carambola: A carambola é rica em vitamina A, C e complexo B. Ela não é indicada para a alimentação do Pet, pois contém uma toxina natural que não é filtrada pelo do rim do animal que é portador de insuficiência renal. Os médicos veterinários não indicam, pois em dúvida se o animal é ou não nefropata (portador de doença renal), não é indicado administrar.


Fonte; Portal do Dog

quarta-feira, 5 de abril de 2017

O que significam as expressões dos gatos, segundo a ciência

Expressões faciais felinas vão muito além da felicidade e da tristeza


Gatos são conhecidos por serem, digamos, menos simpáticos que cachorros. Um estudo realizado por cientistas da Universidade Lincoln, na Nova Zelândia, busca desmistificar essa ideia: segundo a pesquisa publicada no periódico Behavioural Processes, os felinos possuem expressões faciais das quais os humanos nem fazem ideia.

Para entender melhor o comportamento, os cientistas fizeram um experimento com 29 gatos domésticos de um abrigo de animais no Canadá. Eles utilizaram um software chamado CatFACS (Sistema de Códigos de Ação Facial) para detectar até as mínimas alterações nas expressões dos gatos em momentos nos quais não estavam interagindo com humanos. 

Os pesquisadores perceberam que as expressões felinas oscilam entre interações tranquilas, medo e frustração. Isso quer dizer que, assim como seus donos, gatos expressam sentimentos mais complexos do que felicidade ou tristeza: medo, raiva e ares de consideração (e conspiração) são algumas das emoções que os animais refletem. 

Algumas observações farão mais sentido para quem tem ou já teve um gatinho em casa: silvar, colocar a língua para fora e aplainar as orelhas representam frustração. Miados altos e a boca muito aberta são sinais de raiva, enquanto o piscar excessivo dos olhos pode indicar medo. 

Vale ressaltar que, por estarem em um abrigo de animais, os gatos analisados pela pesquisa podem ter sofrido violências que façam com que seus comportamentos não sejam necessariamente uma representação de todos os gatos. Os pesquisadores apontam também que o fato de os animais terem muitos pelos na cara pode afetar alguns dos resultados. Afinal, até quando são estudados os felinos gostam de manter um ar de mistério.


segunda-feira, 3 de abril de 2017

Saiba quais cuidados ter com seu cão idoso

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Algumas doenças começam a aparecer à partir dos sete anos de vida de um cachorro. Veja as formas eficazes de prevenção


Em média os cães vivem entre 12 e 15 anos e já são considerados idosos aqueles com mais de sete anos de vida. Assim como os humanos, os animais também necessitam de cuidados especiais durante essa fase, pois algumas doenças características começam a aparecer. 

Doenças cardíacas

Os cães mini e de pequeno porte sofrem com mais frequência de disfunções cardíacas. Para prevenir, invista em rações com baixo nível de fósforo e com equilíbrio entre o sódio e o potássio que proporciona vida saudável e longa ao animal. Outra substância importante para um bom funcionamento cardíaco é o aminoácido taurina.

Perda dos dentes

Por causa da falta de higiene bucal, a perda dos dentes é inevitável depois de alguns anos de vida. Para evitar o problema, existe uma alimentação especializada que contém a substância chamada hexametafosfato de sódio, redutora do cálculo dental e do mau hálito e, por consequência, retardadora da perda dentária.

Desgate nas articulações

Animais de médio e grande porte têm mais propensão a desgaste nas articulações dos joelhos e cotovelos devido ao peso. O sulfato de glucosamina e a condroitina, encontrados em algumas rações, funcionam como óleo lubrificante, diminuindo a chance de desgaste e dores consequentes.

Obesidade

O excesso de peso é consequência de anos de má alimentação, fatores genéticos e orgânicos. Para a correta manutenção do peso, a substância L-Carnitina, utilizada em rações sênior, acelera o metabolismo e a queima de gordura.




terça-feira, 28 de março de 2017

Dicas para ter um pet gastando menos


O Brasil já tem a segunda maior população de cachorros e gatos do mundo. Porém quanto custa ter um pet? Muitos tutores não sabem o valor que gastam mensalmente para manter seus animais de estimação. Algumas atitudes podem garantir economia e melhor organização dos gastos. 

De acordo com a Abinpet - Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação -, para ter um cão o tutor gasta, em média, de R$ 216,50 (animal pequeno) e R$ 411,32 (animal grande). Já as despesas com os felinos chegam a R$ 121 mensais. Entre os itens principais estão: ração, gastos com veterinário, vacinas, vermífugos e banhos. 

1. Saiba o que está gastando

O primeiro passo para economizar nos gastos com seu pet é colocar as despesas como alimentação, brinquedinhos, banho, tosa, consultas, vacinas, passeadores e outros produtos e serviços na "ponta do lápis". Uma boa alternativa é lançar os valores em uma planilha para ter um controle exato (na internet existem diversos modelos que o tutor pode baixar gratuitamente). 

2. Pesquise os preços 

Comparar preços é ideal para economizar com os principais serviços como banho, tosa e consultas veterinárias. 

3. Tenha uma reserva 

Já pensou em ter uma poupança para seu pet? É ideal guardar uma pequena quantia por mês para ser usada em casos de emergências, como problemas de saúde. Além disso, a reserva mensal também pode ajudar nas despesas com viagens, por exemplo. 

4. Fique de olho na saúde 

A prevenção é a melhor forma de economizar com a saúde do seu animal de estimação, portanto, não deixe de vaciná-lo e consulte-o com o veterinário regularmente. Leve seu cão e gato para passear, brinque e se divirta com eles. O bem-estar previne que seu animal de estimação tenha problemas de saúde futuros. 

5. Cozinhe para o seu pet 

Preparar a comidinha do seu cão ou gato pode ser uma ótima saída para quem procura economizar, além de ser mais saudável para o animal. Uma opção é procurar açougues que vendem cortes de carnes já picados, pois são mais baratos e facilitam o preparo. Geralmente a refeição de um cachorro deve ser dividida entre proteína (50%), vegetais (25%) e carboidratos (25%), mas isso pode variar de acordo com os hábitos e a saúde do animal. Ao preparar a refeição, os doces devem ser evitados e o tutor precisa ficar atento aos temperos, alho e cebola, por exemplo, são tóxicos e não podem ser usados. 

6. Compre em grandes quantidades 

Uma dica para economizar com a ração é comprar grandes embalagens ou procurar um atacado, mas o tutor precisa ter atenção com a validade e armazenamento dos produtos. Se o animal come pouco, uma alternativa é se juntar com amigos para comprar quantidades maiores. 

7. Recicle os brinquedinhos 

Que os cachorros e gatos adoram brincar todo mundo sabe. Mas como economizar se ninguém resiste a comprar aquele brinquedo novo para os bichinhos? Uma boa alternativa é o famoso "faça você mesmo": aproveite roupas velhas, novelos, caixas de papelão e elabore uns brinquedinhos bem legais para os animais.


Fonte: Bonde