quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Brinquedos podem combater a depressão e aliviar as tensões dos pets


Brinquedos são comumente comprados por tutores como forma de distrair o foco do animal pelos móveis da casa, para que não sejam destruídos em um momento de tédio. Mas esse não é o único benefício desses produtos. Brincar é algo eficaz também para combater a depressão, a ansiedade e aliviar as tensões dos animais.

“Os brinquedos, de uma forma geral, podem ser recursos importantes no dia-a-dia do animal. Assim como as crianças, eles ficam entediados quando não tem nada para fazer e os brinquedos possibilitam a queima de energia”, explica o adestrador Edvar Silva.

Na loja do empresário Heloíso Ferreira, diversos brinquedos foram colocados à venda desde que o proprietário percebeu a necessidade dos clientes. A procura pelos produtos, segundo ele, cresceu entre 12% e 15% e os preços vão de R$ 6,50 a R$ 40. As informações são do portal G1.

“As pessoas têm preocupado mais com o bem-estar do animal e querem deixá-lo mais feliz. Por isso buscam alternativas para descontrair os bichinhos. Entre os mais procurados estão os ossos artificiais, os mordedores de borracha e os bichinhos de pelúcia. Eles são indispensáveis para o relaxamento do animal”, afirma Ferreira.

A dona de casa Daniella Souto, tutora de Cacau, de um ano e Toddy, de dois anos, sempre mantém brinquedos à disposição dos cães. “Desde quando decidi criá-los, eu pesquisei para ver o que era bom para tirar a atenção dos móveis. Aí comprei os brinquedos. A ideia tem dado certo. Nunca tive problemas deles dois destruírem os objetos. Os brinquedos auxiliam muito. Além disso, eles ajudam a coçar a gengiva quando os dentes estão nascendo”, diz.

De acordo com o adestrador, é preciso verificar qual o tipo de brinquedo preferido pelo animal antes de ir às compras. “Cada um tem um gosto diferente. Não adianta levar em conta a preferência do tutor. Deve ser observado quais os brinquedos que os animais mais se identificam e a partir disso fazer a escolha correta”, explica.

Silva lembra ainda que além de distraírem os animais, os brinquedos são importantes aliados no tratamento de doenças psicológicas. “De um lado, ele é recreativo. Pois tira o foco de objetos pessoais, desperta o animal; evita que o animal destrua os móveis da casa e é uma forma de tratamento contra a depressão. Além disso, os brinquedos servem como métodos de aprendizado. Eles podem controlar a ansiedade do cão. Nesse sentido, o brinquedo encaixa como forma de recompensa”, conclui.


Fonte:Anda

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Os cuidados com os animais na época do calor


A estação mais quente e alegre do ano pode esconder perigos para nossos melhores amigos. Isso porque a alta temperatura, associada a uma ampla variação na umidade do ar — que alterna dias muito secos com aqueles muito úmidos — podem predispor a uma série de problemas para os bichos de estimação.

Então, como protegê-los das armadilhas do verão?

Primeiramente, devemos entender melhor o que pode ocorrer no ambiente e no corpo dos animais com todo esse calor! Nas altas temperaturas, parasitas externos como pulgas e carrapatos encontram condições perfeitas para se reproduzir e, assim, mesmo animais protegidos vivendo em apartamentos podem ficar mais expostos quando passeiam na rua. Basta uma paradinha em um canteiro contaminado por parasitas vindos de outro animal para pegar a infestação.

Por esse motivo, é importante caprichar no uso de produtos preventivos contra pulgas e carrapatos, prestando atenção no prazo de validade das aplicações, que geralmente gira em torno de três semanas. Além de seguir o passo a passo correto na aplicação, outros cuidados devem ser respeitados visando à maior durabilidade e eficácia desses produtos. Um exemplo é evitar banhos e escovações no animal dois dias antes e dois dias depois do uso. São medidas simples que garantem maior controle das infestações.

Lembre-se que pulgas e carrapatos podem ser responsáveis por doenças sérias, como anemias e verminoses. Observar se o ambiente de casa não está contaminado com tais parasitas também é fundamental, inclusive para recorrer, se necessário, à dedetização.

A hipertermia ou insolação também é problema comum nesta época do ano. Apesar de atingir principalmente cães braquiocefálicos — isto é, aqueles com focinho curto, caso de Buldogue, Pug e Lhasa Apso, entre outros —, todas as raças estão sujeitas a ela. A hipertermia se manifesta por meio do aumento na frequência respiratória, evoluindo para falta de ar e presença de mucosas arroxeadas, consequência do aumento exacerbado da temperatura corpórea. Nesse contexto, o animal chega a desmaiar e a ter convulsões, correndo risco de morte.

Essa complicação pode ocorrer durante um passeio em um dia muito quente ou até mesmo dentro de casa. Para evitar um transtorno do tipo, recomendo evitar passear em horários muito quentes, como aqueles ao redor do meio-dia. Priorizar o período logo pela manhã ou à noite muitas vezes é o suficiente para a prevenção.

Além disso, é crucial manter o animal hidratado ao longo de todo o dia, oferecendo a ele água fresca e abundante. Durante os passeios, também temos de respeitar se o bicho estiver mais cansado e ofegante, inclusive procurando um local sombreado para ele descansar e beber água. Isso vai auxiliá-lo a retomar a caminhada com a temperatura corporal mais controlada.

Da mesma forma, em casa devemos zelar para que o animal possa ter à disposição locais bem arejados e sombreados, com acesso fácil a água fresca. Em alguns casos, pode ser necessário apelar para ventiladores de ambiente ou ar-condicionado. Isso vale especialmente para raças oriundas de regiões muito frias, como os suíços Bernese e São Bernardo.

Tem mais: animais de pelagem branca exigem atenção redobrada, o que inclui o uso de protetor solar. Isso mesmo! Existem produtos próprios para os cães. Eles têm sabor amargo para evitar que os animais os retirem com as lambidas e devem ser aplicados sobretudo nas áreas mais expostas ao sol, como focinho, barriga e pontas das orelhas. É uma medida que ajuda a prevenir queimaduras e câncer de pele.

Caso queira esticar o verão na praia, precisamos somar alguns cuidados. Além do protetor solar e de produtos contra pulgas e carrapatos, devemos recorrer a um produto preventivo contra a dirofilariose, doença cardíaca popularmente conhecida como “verme do coração”. Ele tem de ser aplicado com pelo menos 30 dias de antecedência da viagem e reaplicado 30 dias após o retorno.

Nas regiões praieiras, os animais ficam mais expostos a picadas de pernilongos, alguns deles transmissores dessa enfermidade. Hoje existem produtos modernos no mercado que associam em sua composição substâncias que combatem a dirofilariose e também pulgas, carrapatos e verminoses — ou seja, protege-se o bicho contra todos esses perrengues de uma vez só.

Ao se preparar para a temporada mais quente, não se esqueça de incluir as medidas de proteção ao seu pet. Converse com seu veterinário e planeje-se para que você e seu melhor amigo possam curtir o calor com segurança.


Fonte: Saúde

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Proteja seus pets dos fogos de artifícios nas festas de fim de ano


Todo o ano é a mesma coisa. Basta chegar dezembro para que comecem também os shows com os fogos de artifício. E apesar do espetáculo de luzes ser bonito de se ver, o fato é que os fogos assustam muitas pessoas e animais, principalmente cães e gatos, que possuem uma audição “poderosa” e sensível.

Assim, para que você e seu “amigão” possam curtir o Natal e o Réveillon com tranquilidade, é preciso antes pensar em segurança. Afinal, ninguém deseja passar a virada de ano procurando uma emergência veterinária para o pet que se feriu por medo do barulho dos fogos e rojões.

Para minimizar os riscos e amenizar a ansiedade e irritabilidade de cães e gatos, confira algumas dicas:

  • Evite deixar seu cão ou gato sozinho. Em casas, eles tendem a fugir para buscar seus donos. Em apartamentos, há o risco de queda da varanda também em tentativas de fuga do animal.

  • Animais que ficam em quintais devem, se possível, ser levados para dentro de casa e mantidos sem correntes ou coleiras. Eles podem se ferir no momento de medo.

  • Escolha um cômodo que possa ficar fechado, isolado na casa e com pouca interferência do barulho de ambientes externos. Deixe que o animal procure um local da casa em que se sinta protegido.

  • Para quem tem gatos, uma boa dica é deixar armários com as portas abertas para que eles encontrem espaços tranquilos onde se esconder. Cães também costumam ficar embaixo de camas. Deixe-os escondidos e não tente tirá-los do local escolhido.

  • Evite passar a sua tensão para o animal. Há donos que os colocam no colo e ficam nervosos com a possibilidade do estresse do cão e do gato. Isso só intensifica o medo do animal.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Férias: conheça os cuidados para viajar com seu pet



Com a aproximação das festas de fim de ano e início das férias, é muito comum as famílias saírem em viagem. E já que o assunto é família, não dá para deixar para trás o filho de quatro patas, não é mesmo? No entanto, o que parece uma tarefa simples, requer alguns cuidados para levar o pet na viagem de família e com segurança.

Um primeiro passo para levar seu cão ou gato na viagem é passar por uma consulta com um médico-veterinário, pois é necessário averiguar se as vacinas estão em dia e também se há controle de carrapatos ou outro parasita e avaliar todas as condições para que ele esteja apto para viajar. O médico-veterinário também pode sugerir um kit de emergência que seja importante e específico para cada pet, caso haja algum imprevisto durante o passeio.

Para quem pretende viajar de carro, é importante ter em mente que deverão ser feitas diversas paradas no percurso para que os animais de estimação possam alongar o corpo, beber água e urinar. No Código de Trânsito Brasileiro não existe uma regulamentação específica sobre como o pet deve ser carregado nos carros, sendo proibido apenas conduzi-los nas partes externas dos veículos, nem à esquerda ou entre os braços e pernas do motorista. No entanto, para transportá-lo com mais segurança no carro, existem cadeiras específicas para eles e que são presas ao cinto de segurança, impedindo que sejam arremessados em caso de colisão, por exemplo. Também há opção de utilizar uma espécie de coleira que pode ficar fixada no engate do cinto de segurança.

No caso de viagens de avião, há a necessidade do certificado de inspeção veterinária ou atestado de saúde e que deve ser emitido até dez dias antes da viagem. Nos aviões, os pets precisam ser transportados em caixas e a recomendação é que elas tenham local para água e ração fixos, evitando que tombem durante o voo. Assim como nas viagens de carro, se for possível, nas escalas, tire o animal da caixa para que possa caminhar um pouco. Com certeza, isso ajuda a diminuir o estresse causado pela viagem.

É importante destacar, também, que não se deve viajar com animais muito velhos, muito novos ou em fase de gestação. E se a opção for mesmo fazer a viagem com o pet em família, é imprescindível que tenha coleira com identificação, contendo o nome dele, do tutor e um telefone para contato.



Fonte: Qualittas

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Luxação da patela é recorrente e afeta a mobilidade do pet


Ao adotar um pet todo cuidado é pouco para ele não se machucar, ficar sempre confortável e evitar desenvolver qualquer tipo de doença. Mantendo uma alimentação saudável e um ritmo de exercícios e qualidade de vida, o cão ou gato não terá problemas de saúde, certo? Errado. Ele pode, sim, ter complicações, em especial ortopédicas, mesmo vivendo de forma equilibrada, como é o caso da luxação da patela.

Esse quadro de saúde é de origem ortopédica e prejudica a região do joelho do pet e consequentemente toda sua movimentação. É comum veterinários atenderem casos dessa enfermidade. Por isso, é preciso saber se é possível evitar a luxação da patela , como tratar o animal e maneiras de melhorar a qualidade de vida dele, apesar dessa situação.

O que é luxação da patela

Primeiro, é preciso entender o que acontece com o corpo do pet. A patela, também chamada de rótula, é um osso do joelho responsável por alinhar o músculo do quadríceps (no quadril) e, portanto, responsável por segurar boa parte da estrutura óssea. Quando ocorre a luxação (ou inchaço) dessa área, há um desencaixe das articulações - o que causa uma dor severa.

É mais recorrente em cães de pequeno porte e em gatos obesos e ao mesmo tempo bem ativos. No geral, todas as raças podem ter esse problema, mas em especial as seguintes:
  • Poodle 
  • Shih Tzu 
  • Dashchund 
  • Pug 
  • Chihuahua 
  • Bichon Frisé
  • Lhasa Apso
  • Pequinês
Mas é claro que algumas raças de grande porte também podem ter, como o Golden Retriever, Labrador Retriever , Cocker Spaniel e o Bulldog Inglês . Normalmente os cães maiores têm mais tendência a desenvolver problemas na articulação, devido ao peso sobre a estrutura óssea. A partir de determinada idade (ou logo quando se é filhote) o corpo não consegue acompanhar os quilos a mais e os ossos sofrem.

No caso dos bichanos, a complicação está mais ligada ao tipo de estilo de vida do animal do que à raça dele. Se ele é sedentário demais ou se por outro lado é ativo e está sempre pulando e caindo, tem mais chance de ter a luxação. No entanto, o gato da raça Bengal é um dos que mais aparece no consultário veterinário com esse tipo de problema.

Possíveis causas

O principal fator que desencadeia a luxação da patela é a questão genética. Muitas vezes, os cães já nascem com aquela condição, que aparece em algum momento da vida do pet por alguns sintomas.

Já no caso dos gatos as causas podem ser evitadas em alguns casos: quedas, saltos e exercícios que exigem muito do corpo tendem a reverter para um quadro complicado. Normalmente felinos que têm uma vida muito ativa, dependendo do esforço, prejudica a região da patela.

Como dito antes, animais obesos estão ainda mais propensos à essa situação, porque acabam forçando a estrutura do joelho, mesmo que sem querer, de forma a desenvolver traumas.

Tipos de luxação da patela

A luxação da patela tem diferentes níveis de gravidade e afeta cada animal de uma maneira diferente. Para entender qual pode ter acometido seu pet, confira do mais ameno para o caso mais grave:

  1. O veterinário manipula de forma fácil a patela, soltando-a. Dessa forma ela volta automaticamente para o lugar.
  2. Nesse caso a patela sai sozinha do lugar e fica indo e voltando, mas sempre para a posição certa. Porém, já é recomendada a cirurgia para evitar esse problema.
  3. A patela sai sozinha do lugar, mas precisa do veterinário para reencaixá-la ou o próprio animal consegue se movimentar e fazê-la voltar esticando a perna para trás e tentando colocar a patela no sulco patelar.
  4. Esse grau é tão sério que a intervenção cirúrgica é obrigatória. O movimento da perna do próprio cachorro não auxilia no processo, nem a manipulação do veterinário. É importante lembrar que nesse estágio a cirurgia apenas ameniza a situação, mas não cura totalmente e é provável o pet perder boa parte do movimento da perna e do joelho. 

Principais sintomas 

Nem sempre os animais acometidos por essa complicação vão deixar os sinais claros, mas é comum observar certo incômodo e alterações no físico do pet. Normalmente ele começa a mancar bastante, com uma ou duas pernas, e pode ser diariamente ou só de vez em quando, mas costuma ser recorrente. Para tentar melhorar o quadro, ele tenta esticar a perna para trás durante a caminhada.

As articulações parecem inchadas e o animal se incomoda ao ser tocado na região. As dores são irregulares e pioram ainda mais durante o frio e em ambientes de temperatura muito baixa. Visualmente nota-se um movimento da parte inferior do joelho para fora (lateral) ou para dentro (medial), de acordo com o lado luxado.

É possível perceber também que ele faz de tudo para não apoiar o peso em uma das pernas (geralmente a machucada), principalmente quando vai fazer xixi ou mesmo enquanto caminha, deixando-a suspensa. Dessa forma, ele não consegue mais pular ou dar saltos muito altos. 

Há prevenção? 

Na verdade, no caso de cães que têm o problema por origem genética, só resta ao tutor esperar o surgimento de algum sintoma e iniciar o tratamento o mais rápido possível. 

Gatos obesos devem ter seus hábitos alimentares e físicos alterados, de forma a perder peso e ter uma vida mais saudável. Isso ameniza em grande parte qualquer tipo de complicação nas articulações e nos ossos. Além disso, o ideal é o felino não dar saltos muito altos nem pulos com os quais possa se machucar ou ter uma queda perigosa. Tudo isso exige em excesso do corpo e pode desenvolver problemas até na velhice.

Tratamento

Para diagnosticar o problema, além da avaliação médica, é preciso tirar um raio-X (exame de imagem) para ter certeza e pode identificar ou não uma possível displasia coxofemoral . 

Normalmente, depois da cirurgia ou em caso de uma complicação na mobilidade, a fisioterapia veterinária é o mais adequado para melhorar a qualidade de vida do animal e permitir movimentos completos novamente. Mas isso varia da necessidade do pet no processo pós-cirúrgico da luxação da patela.


Fonte: Canal do pet

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

“Meu pet não quer comer”: veja o que fazer quando isso acontece


Cães e gatos que, de uma hora para outra, param de se alimentar, precisam de um olhar mais atento. Às vezes, a questão é simples e pode ser resolvida facilmente, apenas com a substituição da marca ou do sabor da ração. Em outros casos, o problema pode ter origem orgânica ou mesmo psicológica e, além de provocar a redução gradual de peso no animal, pode enfraquecê-lo e acabar agravando o quadro ou ainda acarretando outras doenças.

Qualquer doença, infecção e disfunção hormonal pode interferir diretamente no apetite do animal. Mas, assim como os seres humanos, os bichinhos também estão sujeitos a depressão e outros problemas psicológicos que resultam na redução do apetite.

A ausência prolongada do tutor, seja por causa de uma viagem ou mesmo por causa de um óbito, a mudança de casa ou a chegada de um novo membro à família podem gerar um estresse inesperado a ponto de levar o animal a rejeitar a comida. Para resolver o problema, o primeiro passo é levá-lo ao médico veterinário para uma avaliação clínica e o diagnóstico adequado.

Doenças mais comuns

Entre as questões orgânicas, as possibilidades vão desde problemas gastrointestinais ou medicamentos que o animal esteja utilizando até situações pontuais, como picadas por insetos e que podem apresentar uma evolução rápida, dependendo do caso. As mudanças fisiológicas no animal, com o decorrer da idade, também podem influenciar no ritmo alimentar e merecem atenção.

Se o problema for decorrente da ausência do tutor, o mais indicado é ocupá-lo com atividades nesse período, promover o enriquecimento ambiental do espaço onde fica, deixando disponíveis brinquedos para entretenimento ou, até mesmo, arrumar um novo companheiro, seja ele gato, seja ele cachorro.

Metabolismo

O metabolismo dos felinos tem deficiência de algumas enzimas, por isso o uso da ração adequada para gatos é fundamental. Como o organismo não consegue sintetizar alguns nutrientes, essas substâncias devem ser fornecidas pré-formados na dieta, como a vitamina A, o ácido aracdônico e a taurina.

Vômito

Não é raro gatos saudáveis vomitarem pelos. Os bichanos ingerem pelos com o hábito de se higienizar, ao se lamberem. Uma das formas para tentar minimizar este problema é a escovação diária dos felinos.



Fonte: Gazeta do Povo